segunda-feira, 15 de junho de 2009

SOFIA

Bom Dia, minha gente!!!
Hoje gostaria de compartilhar com vocês a principal existência desse blog, fora a importância acadêmica há uma pessoinha que faz toda a DIFERENÇA em minha vida e na vida da minha família.
Ganhamos a maior jóia que qualquer ser humano pode ter, SOFIA MORAES DE SOUSA, nasceu no dia 09 de Setembro de 2004, filha de minha única irmã mais nova, Lízia. Fizemos todo o acompanhamento gestacional com todo amor e carinho, não imaginavámos que ela pudesse nascer com alguns probleminhas, só tomamos conhecimento que a Sofia tinha facéis compatíveis com a Sindrome de Down, após o seu nascimento.
Na hora, ficamos um tanto zonzos e confusos, até por que não estavámos preparados para essa notícia, nos questionamos por que aquela situação estava acontecendo com a gente.
Mas, conseguimos passar por esse impacto, e percebemos que Deus tinha nos dado algo que iria mudar a nossa maneira de ver o mundo e nos dar disposição para o amor mutúo.
Pois, sim, ela nasceu com cardiopatias congênitas, aos 06 meses de vida foi necessário passar por um processo cirúrgico para consertar o seu coraçãozinho, teve uma recuperação maravilhosa, e com pouco tempo já estava bem e em casa.
Teve uma ajuda maravilhosa, da equipe da APAE, começou logo cedinno com o processo de estimulção precose, e o desenvolvimento dela a cada dia foi melhorando.
Hoje, Sofia, tem 04 anos de idade, é muito esperta, capta tudo, é uma criança meiga, simpática, consegue conviver muito bem com as pessoas, desde desse ano estuda em escola normal e se adaptou com a turma e com a professora, e ela é o GRANDE AMOR DA MINHA VIDA.
Sinceramente, eu nem me imagino sem ela, minha vida é colorida, nos divertimos muito, sinto como ela fosse parte de mim, agradeço a Deus todos os dias por ela está em minha vida.
Espero ter compartilhado um pouquinho com todos vocês!!!
Beijos,
Dulce

domingo, 14 de junho de 2009

APAE - Fortaleza

Hoje vamos falar sobre a principal entidade que trata de portadores de Sindrome de Down em Fortaleza, posteriormente abordaremos as demais de acordo com a sua especialidade e peculiaridade.
APAE - A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Fortaleza é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos. É uma sociedade civil e seu objetivo é prover o bem-estar ao portador de necessidades educativas especiais.
Em 1972, a professora Eunice Damasceno Pereira da Costa, sentindo a necessidade da criação de uma instituição que prestasse assistência educacional às crianças portadoras de deficiência, liderou um grupo e deram origem ao grupo embrião da APAE/Fortaleza, sendo assim fundada em 26 de abril de 1972 (conforme D.O de 25.05.72 e publicado em seu Estatuto na mesma data).
Atendimentos:
- Informática Educativa
- Educação Física ( Psicomotricidade, Natação, Atletismo e Futsal)
- Educação Artística ( Música, Dança, Teatro e Banda)
- Oficinas Terapêuticas
- Educação Profissional – Nível Básico
- Iniciação Profissional
- Qualificação Profissional
- Colocação no Trabalho
Acompanhamentos Clínicos em: Fonoaudiologia, Fisioterapia, Odontologia, Psicologia, Pediatria, Serviço Social, Terapia Ocupacional.
Escola: Minha Escola Profissionalizante – APAE/Fortaleza
Endereço: Av. Rogaciano Leite, 2001 –Bairro: Eng. Luciano Cavalcante CEP: 60810 – 000. · Telefone: (085) 4012-1403 – FAX: (085) 4012- 1401
Data da criação da Escola: 26/10/1976
Autorização de Funcionamento: Deliberação Conselho Estadual de Educação nº 562/94
Parecer nº 562/94 Data: 21/06/1994
Reconhecimento Deliberação do Conselho Estadual de Educação CEE Nº 1617/96 Data: 31/12/98
Turno de Funcionamento: Manhã: 7:30 às 11: 10h / Tarde: 13:15 às 16:55h

quinta-feira, 11 de junho de 2009

O QUE É O MARKETING SOCIAL ?

Olá, Para aprofundarmos nossos conhecimentos .
Não poderíamos deixar de definir o Marketing Social.
Marketing social é a modalidade de ação mercadológica institucional que tem como objetivo principal atenuar ou eliminar os problemas sociais, as carências da sociedade relacionadas principalmente às questões de higiene e saúde pública, de trabalho, educação, habitação, transportes e nutrição. Marketing Social pode ser definido como a gestão do processo de inovações de cunho social a partir da adoção de atitudes,comportamentos e práticas individuais e coletivas, orientaacordo com preceitos éticos, sendo estes fundamentados com base nos direitos humanos. O Marketing Social utiliza de técnicas mercadológicas e de conhecimentos, para adaptar-se a condição de que pode promover o bem estar social. Trabalha-se com metas claramente definidas, objetivos, metas mensuráveis, avaliações quantitativas e qualitativas, além de desenvolvimento de tecnologias sociais para segmentos específicos. Desta maneira o Marketing Social busca criar um conceito das inovações sociais que pretende introduzir, implementando estratégias, criando e planejando, além de executar as campanhas de comunicação para satisfazer necessidades que não estão sendo atendidas, estabelecendo novos paradigmas sociais.
Segue Abaixo a definição dos Senhorer do Saber:
KOTLER, Philip & ROBERTO, Eduardo L. Defendem o conceito em seu livro: Marketing Social - Estratégias para Alterar o Comportamento Público. Rio de Janeiro, Campus, 1992
“O termo marketing social apareceu pela primeira em 1971, para descrever o uso de princípios e técnicas de marketing para a promoção de uma causa, idéia ou comportamento social. Desde então, passou a significar uma tecnologia de gestão da mudança social, associada ao projeto, implantação e controle de programas voltados para o aumento da disposição de aceitação de uma idéia ou prática social em um ou mais grupos de adotantes escolhidos como alvo”.

Nossa Transformação... em Síndrome de Down

Agradecemos a todos que tem nos apoiado nesse projeto. Passe esta causa adiante. Aos familiares, amigos do trabalho, da faculdade, juntos conseguiremos fazer uma sociedade mais digna e humana. FAÇA PARTE DESSE TIME. fonte: - http://www.serdiferenteenormal.org.br/

terça-feira, 9 de junho de 2009

Primeira Jornalista com Síndrome de Down do Mundo

Fernanda Honoratto: uma lição de vida. Sendo entrevistada por Jô Soares, conta sua história de como vence o preconceito.
Confira vídeo com a entrevista -

domingo, 7 de junho de 2009

Exemplo de Superação - Artista Down

Olá, Quero Compartilhar hoje com vocês a história do Romeu..
Perseverança e Determinação foram os pilares para essa conquista.
Este é de Romeu Neto, jovem poeta e artista plástico, com Síndrome de Down, de Belém do Pará, Brasil, com o apoio de sua família desenvolveu um site com objetivo além promover suas atividades artísticas, informar e estimular os pais e a sociedade de que as pessoas com Síndrome de Down ao serem estimuladas e incluídas podem desenvolver suas relações sociais e o seu potencial artístico, literário e desportivo , realizando seus sonhos e buscando a superação dos limites e suas expectativas. Obras do Romeu: Livro de poesia “Ventos Mergulhantes”, foi lançado no dia 14/12/2006 na sede social da Assembléia Paraense.O livro é composto de poesias, com 95 paginas, editado pela Editora Paka-Tatu e impresso na Ecograf, e com prefácio da prof.ª Marlene Coeli Viana e apresentação de Georgenor de Souza Franco Filho. Ele, todavia, deixa aflorar, e sair aos borbotões, os sentimentos que lhe aquecem a alma e acalentam seus sonhos - o onírico está presente em muitas de suas poesias. Ao concluir a leitura desta obra, transbordando de amor, reporto-me à passagem do “Coríntios 13”: “Ainda que eu falasse a língua dos homens /e falasse a língua dos anjos/sem amor eu nada seria.. Romeu fala a língua dos homens. Romeu /poeta, fala a língua dos anjos- não será um deles?

sábado, 6 de junho de 2009

Ser Diferente é Normal – Participe Você também dessa Campanha

O Instituto Meta Social é uma das vozes dos deficientes junto à sociedade. Por meio de parcerias junto a empresas e agências publicitárias, e com o apoio de muita gente famosa, o Instituto participa de campanhas e eventos com o objetivo de mostrar as potencialidades e capacidades de pessoas deficientes. Com o slogan Ser diferente é normal, a última campanha teve grande repercussão, mostrando que pessoas com deficiência podem ter um cotidiano igual a qualquer um. Porém, como acredita a coordenadora geral do Meta Social, Helena Werneck, nada é melhor do que dar a palavra aos próprios deficientes. Bem, pelo visto eles não apenas soltaram a voz como também caíram no samba: em parceria com o Instituto Meta Social, em 2007 a Escola de Samba carioca Império Serrano defendeu o enredo Ser diferente é normal – O Império Serrano fez a Diferença no Carnaval. Helena Werneck – Os adolescentes foram uma sugestão da própria agência, que identificou o público jovem como o mais propenso ao início da quebra do preconceito. Aí nasceu o slogan “Ser diferente é normal”. Esta campanha teve uma repercussão gigantesca nos diversos meios de comunicação. Em 2004, contabilizamos 9.839 comerciais só na TV Globo. Outras emissoras e veículos também aderiram à campanha. O slogan foi muito bem aceito pelo público, que o usou para falar de outras diferenças e tribos. Acertamos em cheio! O público se identificou com a Paulinha (garota-propaganda da campanha e filha de Helena). Foram realizados diversos eventos, todos com a presença de artistas, atletas e formadores de opinião. Participe você também dessa campanha!!!Se cada um aceitar o outro com sua diferença, logo teremos um mundo bem melhor para se viver! Onde as diferenças, sejam elas quais forem, serão tratadas de maneira normal (Sem Preconceito).
Afinal sempre podemos aprender com o diferente!!!                Entre no Site e Veja Como você ficaria com a Síndrome de Down:
www.serdiferenteenormal.org.br
Fonte: www.metasocial.org.br

terça-feira, 2 de junho de 2009

A NORSA / COCA-COLA CONTRATA 100 PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

È ISSO MESMO. LEVE ESSA NOTÍCIA ADIANTE...
A NORSA / COCA-COLA, por meio da ação para inclusão no trabalho e esporte - ApiteNorsa, está contratando 100 pessoas com deficiência para participar de projetos de qualificação profissional, natação ou ação ambiental. O cadastro dos interessados será feito nos dias 2, 3 e 4 de Junho, no SESI da Parangaba. È necessário apresentar RG, CPF, Carteira de Trabalho e atestado médico (homologação), de acordo com a lei 7853/89. Os contratados receberão bolsa-salário, além de benefícios: plano de saúde médico e odontológico, seguro de vida, vale transporte e cesta básica no valor de R$ 60,00.
Se Você conhece alguém que possar estar interessado, encaminhe esta notícia e informe o local da ação. Contamos com o seu apoio para divulgar este importante programa da NORSA.
LEMBRE-SE
O CADASTRO SERÁ FEITO NOS DIAS 2 , 3 e 4 de JUNHO
NÚCLEO DE NEGÓCIO DO SESI - PARANGABA
Av. Capistrano de Abreu, 6754 – Parangaba
Fone: 3452-8502– Fax: 3452.8503 CEP: 60435-682 – Fortaleza-CE

Uma Luta Contra o Preconceito

Em pesquisa pela Net, encontramos um exemplo da mariana, a Garçonete da TGI Fridays que conquistou seu espaço na sociedade. Portadora de síndrome de Down, a adolescente Mariana é a personagem principal da propaganda veiculada na TV que desperta a atenção para o problema e combate preconceitos. Garçonete da TGI Fridays, restaurante da Barra, Mariana circula com bandejas e bloco de anotações pelo ambiente, sob o olhar desconfiado dos clientes. De repente, ouve-se o barulho de pratos caindo. As atenções concentram-se na adolescente, mas a desastrada foi outra funcionária. Em off, uma voz constata: ''Você também acabou de cometer um erro. Quem tem síndrome de Down pode mais do que você imagina.'' O comercial é parte de uma campanha mais ampla, via TV, rádios e jornais, pela integração de portadores de deficiência física ao mercado de trabalho e à sociedade. Mariana realmente trabalha na TGI Fridays e mostra a cada dia que pacientes de síndrome de Down são capazes de exercer variadas funções. Eliminar os preconceitos que estigmatizam os cerca de 16 milhões de deficientes no Brasil, 50% deles com limitações mentais, é o objetivo da Sociedade Síndrome de Down, coordenadora da campanha. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 10% da população mundial têm algum tipo de deficiência. São cerca de 6,4 milhões de brasileiros com a síndrome. ''A campanha só se tornou realidade pelo esforço de pais de crianças e adolescentes com necessidades especiais'', observa Helena Werneck. presidente da entidade (www.ssd.org.br). ''Tudo está sendo gratuito, desde a produção das peças publicitárias, pela agência de publicidade Giovanni, até a veiculação nas emissoras de TV e nos jornais.'' Helena, arquiteta de formação e mãe de Paula, uma adolescente de 14 anos, portadora da doença, que já trabalhou no seriado ''Mulher'', da TV Globo, no papel de uma filha da personagem de Malu Mader. Hoje, além de estudar, Paula faz teatro no Tablado e pratica equitação. E participa de um grupo de dança de salão, formado por colegas da escola, todos com síndrome de Down, que já foi convidado duas vezes para se apresentar no exterior, no encerramento de conferências internacionais sobre a doença. A união dos pais vem rendendo resultados. Em 2000, a prefeitura do Rio doou um terreno de quatro mil metros no Recreio dos Bandeirantes para a construção de uma escola de primeiro e segundo graus voltada para crianças e adolescentes com necessidades especiais. A construção, com recursos do Estado, está quase pronta. A escola vai absorver 220 alunos, com educação formal e profissionalizante. Na maioria, crianças com Down freqüentam creches e pré-escolas regulares. Em idade escolar, necessitam da escola especial, por ter ritmo diferente de aprendizado. A nova unidade de ensino será a primeira com ensino profissionalizante específico no Rio. ''Muitas empresas demonstram boa vontade para empregar pessoas especiais, mas às vezes se esbarra na falta de qualificação profissional'', observa Helena. Por isso, não é raro as empresas desrespeitarem a legislação federal que obriga as com mais de 100 funcionários a dar emprego a portadores de deficiência. ''Queremos convencer as pessoas de que essas crianças podem ter um bom desempenho no emprego'', afirma Helena, para quem o grande inimigo é a desinformação da sociedade. ''Quanto mais pessoas especiais forem vistas trabalhando, com mais naturalidade o fato será recebido pela sociedade. Fonte: http://www2.uol.com.br/aprendiz/guiadeempregos/eficientes/noticias/ge160402.htm#1

O Mercado de Trabalho

Olá, Quero compartilhar com você amigo leitor o contexto entre o mercado de trabalho o portador de síndrome de Down.
A mídia, nacional e internacional, tem exposto alguns exemplos de empregabilidade com bons resultados. É crescente o número de empresas de todo mundo que tentam cumprir sua responsabilidade social, através das Leis de cotas, que tentam garantir o ingresso, acesso e permanência no mercado de trabalho. Porém é conveniente apontar uma reflexão para a opinião pública sua consciência do que estamos falando. Precisamos sair dos modelos que implicam apenas a inclusão destas pessoas como uma obrigação legal, por assistencialismo e benemerência, mas reconhecer suas reais capacidades, competências e habilidades produtividade, como pessoa humana, em seu exercício de cidadania. O trabalho é um valor importante na vida humana de qualquer pessoa com ou sem deficiência, deve servir para enriquecer a pessoa, sua personalidade e nunca como fonte de discriminação e sofrimento. No caso das pessoas com síndrome de Down, o trabalho amplia seu campo de autonomia pessoal, suas relações sociais, sua capacidade produtiva, sua capacidade criativa, bem como sua identidade enquanto pessoa e satisfação pessoal consigo mesma. Contudo, o trabalho não é um fim em si mesmo, mas um meio vital de cumprir sua função social a que pertence. Em conseqüência, conseguir a inclusão da pessoa com síndrome de Down num trabalho formal é um magnífico e desejado desafio. Mas, este serviço deverá ser realizado com o adequado apoio. Podemos, dizer que uma empresa é inclusiva, na medida em que esteja implementando gradativamente as medidas efetivas dentro dos seis contextos de acessibilidade, ou seja, modificando-se para atender a diversidade humana. A pessoa com síndrome de Down precisará continuar seguindo sua formação laboral, como qualquer pessoa, mantendo sua forma física saudável, abrindo-se para outras realidades que enriqueçam sua personalidade, para isso precisa de tempo e desenvolvimento individual. Por isso o horário e tipo de emprego precisam ser compatíveis e flexíveis a sua realização destas atividades e encontrar dia a dia, um sentido a sua rica experiência. Muitas portas foram abertas, sabemos hoje que empregar uma pessoa com deficiência intelectual já é uma realidade possível, precisamos cada vez mais ganhar espaço e deixarmos nossos preconceitos e resistências para trás.
Fonte: http://br.monografias.com/trabalhos906/empregabilidade-da-pessoa/empregabilidade-da-pessoa.shtml

Papais e Mamães vejam as informações conforme a ANS

Todos os convênios médicos, têm como base para autorizações de exames, tratamentos, e outros, à Agência Nacional de Saúde ANS., e as clausulas contratuais, e esta regulamenta que os convênios médicos, liberem 6 (seis) sessões de TERAPIA OCUPACIONAL e 6 (seis) sessões de FONOAUDIOLÓGIA, anuais. Este tratamento Estimulação, não se consegue com facilidade em instituições que oferecem de forma gratuita, visto que os paciente têm que aguardar uma vaga, ou desistência, e ainda para as pessoas que possuem convênios médicos, ficam ainda mais restritas a estes tratamentos, obrigando de uma certa forma que as famílias muitas das vezes encaminhadas pelo próprio convênio as clinicas especializas, contrate os serviços dos especialistas de forma particular, para que não interrompam o tratamento e venham a ter problemas mais sérios. Ocorre que, estes tratamentos com base na lei descrita abaixo, as famílias devem fazer valer seus direitos na Justiça, cobrando dos planos de saúde que arquem com tais tratamentos, visto que a Síndrome de Down, não é uma doença pré-existente, as crianças já nascem com a SD.
Lei ESTADUAL N. 9.495, de 4 de março de 1997
Obriga as empresas privadas que atuem sob a forma de prestação direta ou intermediação de serviços médico-hospitalares a garantirem atendimento a todas as enfermidades relacionadas no Código Internacional de Doenças da Organização Mundial de Saúde.
O Governador do Estado de São Paulo:Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte:
Lei:Artigo 1º - As empresas de seguro-saúde, empresas de Medicina de Grupo,cooperativas de trabalho médico, ou outras que atuem sob a forma de prestação direta ou intermediação dos serviços médicos-hospitalares e operem no Estado de São Paulo, estão obrigadas a garantir o atendimento a todas as enfermidades relacionadas no Código Internacional de Doenças da Organização Mundial de Saúde, não podendo impor restrições quantitativas ou de qualquer natureza.
Artigo 2º - O não cumprimento dos preceitos desta lei sujeitará as infratoras à multa de 17.000 Unidades Fiscais de Referências – Ufir para cada caso apurado aplicando-se o dobro em caso de reincidência.
Artigo 3º - O poder Executivo regulamentará a presente Lei no prazo de 30 dias a contar de sua publicação.
Artigo 4º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.
Por isso, se informem é importante para que nada atrapalhe o desenvolvimento de sua criança!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Tratamento

Hoje vamos abordar o tratamento para os portadores de Sindrome de Down!
Ao nascer, uma criança com Síndrome de Down, além do acompanhamento pediátrico normal, é necessário que se lhe ofereça orientação de geneticista e de outros eventuais especialistas. Além disso, a criança deve ser submetida a um tratamento através de estímulos ( terapia ocupacional ) entre outros que minimizarão os efeitos das alterações neuro-motoras e fonoarticulatórias. Este tratamento deve iniciar-se tão logo seja diagnosticada a Síndrome e precisa ser desenvolvido por equipe integrada de fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo e psicólogo, que irão estimular a criança para que tenha um melhor desenvolvimento motor e intelectual. É importante não se perder de vista a família e as dificuldades que enfrenta desde o nascimento de seu filho com Síndrome de Down. Sabe-se que as crianças que estão desde o nascimento se submetendo a esses tratamentos têm melhoras em seu desempenho, mas ainda não se conhece sua efetiva contribuição na vida adulta. Então, o objetivo do tratamento que atualmente se faz é colaborar para acelerar e melhorar as condições motoras e intelectuais do portador da Síndrome de Down.

domingo, 31 de maio de 2009

Principais Cuidados com o Bebê com Sindrome de Down

Olá!
Hoje vamos falar dos principais cuidados com um bebê com sindrome de Down, lembrando que depois do nascimento, vem as dúvidas ou até mesmo algumas dificuldades de pais de primeira viagem, então, vou relata-lhes a experiência que já vivi e que vivo, que afirmo a vocês é a melhor sensação do mundo inteiro.
Para muitos um bebê com Sindrome é considerado aquele que é indefeso e sensível por demais, e na realidade não é bem assim, muitos pais são desinformados e muitas vezes pegos de surpresa nessa nova experiência.
É necessário que os pais procurem um pediatra de inteira confiança ou que tenham sido bastante referenciados por alguém de responsabilidade, depois disso a consulta com o pediatra e a integração com ele(a) é fundamental, e iniciar o check-up, é muito interessante marcar consultas com o Geneticista médico que vai orientar bastante e realizar o cariótipo do bebê para analisar em qual grau a sindrome se enquadra e um cardiologista para verificar se está tudo bem.
Muitos dos bebês podem apresentar cardiopatia congênita muitas vezes é necessário realizar até cirurgia para a correção, sindactilias ou polisindactilias (que são os dedinhos unidos por cartilagem) e outras coisinhas mais.
Até mais,

sábado, 30 de maio de 2009

O que é a Síndrome de Down

Vou falar um pouco do que vem a ser a Sindrome de Down, espero conseguir conceituar da melhor forma possível!
A Síndrome de Down decorre de um acidente genético que ocorre em média em 1 a cada 800 nascimentos, aumentando a incidência com o aumento da idade materna. Atualmente, é considerada a alteração genética mais freqüente e a ocorrência da Síndrome de Down entre os recém nascidos vivos de mães de até 27 anos é de 1/1.200. Com mães de 30-35 anos é de 1/365 e depois dos 35 anos a freqüência aumenta mais rapidamente: entre 39-40 anos é de 1/100 e depois dos 40 anos torna-se ainda maior. Acomete todas as etnias e grupos sócio-econômicos igualmente. É uma condição genética conhecida há mais de um século, descrita por John Langdon Down e que constitui uma das causas mais freqüentes de deficiência mental (18%). No Brasil, de acordo com as estimativas do IBGE realizadas no censo 2000, existem 300 mil pessoas com Síndrome de Down. As pessoas com a síndrome apresentam, em conseqüência, retardo mental (de leve a moderado) e alguns problemas clínicos associados.                                                                                                                                                                                                                                Fonte: http://www.portalsindromededown.com/oqueesd.php